A Igreja de S. Domingos, que subsiste do antigo convento de Santa Cruz fundado pelo Dominicano D. Frei Bartolomeu dos Mártires, o Arcebispo Santo, célebre pela sua participação no Concílio de Trento, é um templo quinhentista, edificado entre 1566 e 1576, sob risco do dominicano Frei Julião Romero, o mesmo que já traçaram a igreja de S. Gonçalo de Amarante. No interior podem admirar-se vários altares de belíssima talha dourada, com destaque para o grandioso retábulo do braço norte do transepto, em “talha gorda”, entalhado pelo mestre bracarense José Álvares de Araújo, a partir do desenho encomendado pela Confraria do Rosário, em 1760, ao mestre André Soares e que recebeu do prestigiado especialista Robert Smith a classificação de “obra-prima do estilo rocaille de toda a Europa”.
A Igreja de São Domingos ou Igreja de Santa Cruz pertencia ao antigo Convento de Santa Cruz, fundado pelo dominicano D. Frei Bartolomeu dos Mártires, o Arcebispo Santo, que ficou célebre pela sua participação no Concílio de Trento.
É um templo quinhentista, construído entre 1566 e 1576, segundo o traçado do dominicano Frei Julião Romero, o mesmo autor da Igreja de São Gonçalo de Amarante.
No interior, podem admirar-se vários altares de belíssima talha dourada, com destaque para o grandioso retábulo do braço norte do transepto, em “talha gorda”, da autoria do mestre bracarense José Álvares de Araújo, a partir do desenho encomendado ao mestre André Soares pela confraria do Rosário, em 1760. Foi considerado uma “obra-prima do estilo rocaille de toda a Europa” pelo investigador norte americano Robert Smith, um estudioso da talha portuguesa na década de 70 no século XX.
Fontes: https://www.cm-viana-castelo.pt/visitar/turismo-e-lazer/o-que-fazer/percursos-culturais/ ; https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/igreja-e-convento-de-sao-domingos