Erguidos normalmente na praça fronteira à Casa da Câmara, Símbolos do poder judicial concelhio, aqui eram expostos os delinquentes para vergonha pública e eram aplicadas as penas físicas, como os açoitamentos, penas impostas pelas autoridades locais. Sever do Vouga teve dois pelourinhos. O pelourinho de Couto de Esteves 1128, e o de Sever do Vouga 1514.
Pelourinho de Couto de Esteves:
A observação dos diferentes elementos arquitetónicos de Couto de Esteves deixam adivinhar a antiguidade desta localidade. Contudo, é nas marcas do tempo deixadas no seu pelourinho que esta leitura se torna indiscutível. Este pelourinho, é aparentemente uma obra muito arcaica, provavelmente medieval, é considerado como sendo “de bola de topo arredondado”. De facto, o primeiro foral de Couto de Esteves foi atribuído por D. Teresa e D. Afonso Henriques em 1128, numa altura anterior à nacionalidade, em que o Couto de Esteves pertencia ao Mosteiro de Lorvão.
Pelourinho de Sever do Vouga:
Sever do Vouga recebeu foral a 29 de abril de 1514, por D. Manuel II, tornando-se concelho autónomo. São símbolos do poder municipal, o Pelourinho e a antiga Casa da Câmara, com cadeia no rés-do-chão. Neste local existiu a capela de São Brás, mandada construir pelos presos da cadeia, para poderem assistir à missa pela janela gradeada que ainda se vê.
(Os Pelourinhos de Sever do Vouga e do Couto de Esteves estão classificados como Imóveis de Interesse Público pelo Dec-Lei nº 23- 122, de 11 de outubro de 1933.)
– Couto de Esteves é uma freguesia pertencente ao município de Sever do Vouga, que outrora foi vila e sede de concelho, na sequência do foral que lhe foi atribuído por D. Teresa e D. Afonso Henriques, no ano de 1128.
Couto de Esteves foi sede do concelho até 1836.
– Aqui iniciam os PR6; PR7 e PR8
Fonte: https://granderota.riadeaveiro.pt/pois/pelourinho-de-couto-esteves/