Até 1833 existiu neste lugar a Igreja de S. Julião, antiga matriz de Punhete (atual Constância). As frequentes cheias do Tejo e do Zêzere, que foram degradando o edifício, e a destruição causada pelas invasões francesas ditaram a demolição do velho templo.
Tendo funcionado durante séculos, em épocas anteriores ao liberalismo e aos cemitérios civis, a antiga matriz e o seu espaço envolvente serviram de sepultura a gerações e gerações de habitantes da vila. É essa a razão por que é tão fácil e tão frequente encontrar ossadas cada vez que, por motivo de obras, se mexe no subsolo da praça.
No espaço deixado livre organizou-se a então designada Praça Nova, assim chamada para se distinguir da antiga Praça do Pelouro Velho que deixou de existir.
O nome de Alexandre Herculano foi-lhe dado pela Câmara Municipal em março de 1910, em homenagem ao grande historiador.
Apesar das cheias, algumas das quais, de dimensões impressionantes, se encontram marcadas na esquina com a Rua Luís de Camões, a Praça desempenhou até bem recentemente o seu papel de centro cívico, político e económico da vila e continua a ser a sua principal sala de visitas.
Sem informação.
Fonte: http://www.cm-constancia.pt/index.php/pt/visitar/patrimonio#pra%C3%A7a-alexandre-herculano